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O Brasil ainda merece a camisa amarela?
O Brasil ainda merece a camisa amarela?
Houve um tempo em que a Copa do Mundo parecia interromper a própria dureza da vida brasileira.
As ruas ganhavam cor. As casas simples ligavam televisões antigas no volume máximo. Crianças corriam vestidas de amarelo sem qualquer constrangimento político ou ideológico. Os rádios falavam mais alto. As cidades diminuíam o ritmo. O país, tão fragmentado em quase tudo, encontrava durante alguns dias uma rara experiência de pertencimento c
Ismênio Bezerra
10 de jun.4 min de leitura


Venezuela, petróleo e poder!
Diante da escalada de tensões na Venezuela e de seus impactos sobre a América Latina, manifesto preocupação com o agravamento do cenário regional e reafirmo a importância inegociável do respeito aos princípios do direito internacional — em especial a soberania dos Estados, a autodeterminação dos povos e a solução pacífica de controvérsias. Na minha ótica, Nicolás Maduro consolida-se como ditador quando rompe, na prática, com os fundamentos da Revolução Bolivariana. Esse rom
Ismênio Bezerra
5 de jan.16 min de leitura


Carta aberta à Juventude Mariana Vicentina do Brasil e ao Presidente Nacional Suerllen Marinho
É com grande alegria e profundo respeito que me dirijo a você e a toda a Juventude Mariana Vicentina (JMV) Brasil neste momento de renovação
Ismênio Bezerra
1 de ago. de 202412 min de leitura


Eleições Brasileiras 2022: um olhar a partir do conceito da “Banalidade do Mal” de Hannah Arendt (1)
Vários autores já se debruçaram sobre o cenário social e político observado no Brasil nos dois últimos processos eleitorais para Presidente da República. Ao longo destes poucos anos, - precedidos pelo impeachment da Presidenta Dilma Roussef, (2010 a 2016) -, afastada sem ter cometido crime constitucional -, episódios antidemocráticos sucederam-se e estão sendo analisados academicamente buscando a elucidação do início de um Brasil tão sombrio que ainda se mostra persistente e
Ismênio Bezerra
12 de abr. de 20237 min de leitura


"Quantas crianças foram mortas dessa vez?"
Diante do triste acontecimento na creche em Blumenau, torna-se inevitável que a sociedade como um todo pare por um instante e reflita sobre sua própria responsabilidade coletiva na prevenção de tragédias semelhantes. A canção “A Fonte”, da Legião Urbana, ecoa como um lembrete doloroso e necessário. Em meio à reflexão sobre guerra, sofrimento e humanidade, a pergunta “quantas crianças foram mortas dessa vez?” surge como um grito contra a banalização da violência que vitima ino
Ismênio Bezerra
5 de abr. de 20234 min de leitura
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