Na análise crítica do ecossistema digital contemporâneo, torna-se fundamental compreender a proliferação de conteúdos podres e pobres como parte de um modelo comunicacional baseado na exploração da atenção, na superficialidade e na mercantilização da subjetividade. Esses conteúdos não surgem de forma espontânea, mas são produzidos em larga escala dentro de uma lógica que prioriza engajamento, impacto emocional e visibilidade, frequentemente em detrimento da verdade, da dignid